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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Não ás inseguranças !

Temo em te perder, temo em que me deixes, temo que deixes de olhar para mim. Tenho medo. No meio da escuridão da noite, no meio da chuva, no meio dos trovões, no meio da trovoada juntamente com o frio, as minhas duvidas surgiam, as inseguranças soluçavam e o medo fraquejava. Grande parte de mim arrepiada, o meu corpo balançava, as palavras tremiam, o coração não parava e estas inseguranças que não passavam. Levantei-me durante a noite, saí da minha cama quentinha, estava descalça, sentei-me nas escadas, a chuva não parava começei a pensar nas minhas inseguranças, no medo de te perder em tudo, e as lagrimas escorriam cheguei ao ponto de ter a cara toda vermelha, vermelha das lagrimas que deitei por parvoise, as horas foram pansando e eu ali sentada, com o decorrer do tempo o dia amanheceu, a chuva parou, o arco-iris apareceu. Ainda alí sentada, com a cara toda encharcada, ainda tremia por todo o lado. Parei, limpei a cara, olhei para o sol. Ele brilhava, um brilho incrivel, nunca antes visto. E eu pensei, mas ele não me fez nada porque é que estou assim?! são apenas vozes secundárias sem qualquer importância. Ele faz-me feliz, estou aqui feita parva para que?! Levantei-me daquelas malditas escadas onde estava sentada e prometi a mim mesma que não era qualquer pessoa que ia estragar tudo, que não ia dar cabo do nosso amor, senti que tinha que meter um ponto final ás inseguranças, senti que se ele está comigo é porque me ama e as palavras?! essas são sentidas não são ditas da boca para fora. Deitei fora as más energias, fui tomar banho, vesti-me maquilhei-me, fui ter com ele e dei-lhe todo o amor possivel. Só o quero fazer feliz, o resto não interessa, aprendi a dizer não as inseguranças «3

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